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Partilha Amigável ou Judicial de Imóveis: Orientação para a Divisão do Seu Patrimônio

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partilha amigável ou judicial de imóveis é um procedimento necessário quando um ou mais bens precisam ser divididos entre seus coproprietários, seja em casos de herança, divórcio, dissolução de união estável ou fim de uma sociedade.

Entendemos que estes momentos de transição podem envolver decisões complexas. Nosso objetivo é oferecer a orientação jurídica necessária para que a divisão do seu patrimônio imobiliário ocorra da forma mais clara, segura e adequada à sua situação.

Se você busca clareza sobre como proceder com a divisão de um bem imóvel, está no lugar certo.

Partilha Amigável de Imóveis: A Solução Consensual

partilha amigável de imóveis, também conhecida como divisão consensual, ocorre quando todos os envolvidos estão de acordo sobre como o bem será dividido. Este é, geralmente, o caminho mais rápido e com menores custos.

  • Como funciona: Os coproprietários definem os termos da divisão, que podem incluir a venda do imóvel e divisão do valor, a atribuição do bem a um dos proprietários com compensação financeira aos demais, ou a divisão física do imóvel (se possível e legal).

  • Formalização: A partilha amigável pode ser formalizada por meio de uma escritura pública em cartório, especialmente em casos de divórcio ou inventário extrajudicial.

  • Vantagens: Menor desgaste emocional, maior agilidade e, frequentemente, custos reduzidos em comparação com a via judicial.

Um advogado pode auxiliar na negociação, na elaboração do acordo e na formalização da escritura pública de partilha de bens, assegurando que todos os aspectos legais sejam observados.

Partilha Judicial de Imóveis: Quando o Consenso Não é Possível

Quando não há acordo entre os coproprietários sobre a divisão do bem, a partilha judicial de imóveis se torna o caminho. Nesses casos, é necessário ingressar com uma ação judicial para que um juiz decida como a divisão será realizada.

  • Situações comuns: Divergências sobre o valor do imóvel, a forma de divisão, ou quando um dos proprietários não deseja vender sua parte ou comprar a parte dos outros. Também é necessária quando há interesses de menores ou incapazes envolvidos e o Ministério Público precisa intervir.

  • Procedimento: Envolve a apresentação de documentos, avaliação do imóvel, possíveis audiências e, ao final, uma sentença judicial determinando a forma da partilha. Frequentemente, se o imóvel não puder ser dividido comodamente, o juiz determina sua venda judicial (leilão) com a posterior divisão do valor apurado.

  • Desafios: Pode ser um processo mais demorado, com custos mais elevados e maior desgaste emocional para as partes.

Na ação de divisão de condomínio imóvel ou em outras disputas, a atuação de um advogado é indispensável para representar seus interesses perante o juízo.

A Importância da Assessoria Jurídica na Divisão de Bens Imóveis

Seja na modalidade amigável ou judicial, a orientação de um advogado especializado em direito imobiliário é fundamental. O profissional poderá:

  • Analisar a documentação do imóvel e a situação dos coproprietários.

  • Orientar sobre a melhor estratégia (amigável ou judicial).

  • Auxiliar nas negociações em uma partilha consensual.

  • Representar seus interesses em um processo judicial de partilha.

  • Cuidar dos trâmites para o registro da partilha no Cartório de Imóveis.

Compreendemos a importância de uma divisão justa e legalmente correta. Buscamos oferecer um suporte que traga segurança e tranquilidade durante todo o processo.

Tem dúvidas sobre a partilha amigável ou judicial de imóveis e como proceder no seu caso específico?

Entre em contato e receba uma orientação jurídica inicial sobre sua situação.

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Perguntas Frequentes sobre Partilha de Imóveis (FAQs)

A partilha amigável ocorre quando há acordo entre todos os proprietários sobre a divisão, podendo ser feita em cartório. A judicial acontece quando não há consenso, e um juiz decide como o imóvel será dividido.

Sim, a presença de um advogado é obrigatória para a lavratura de escritura pública de partilha em cartório, como em casos de divórcio ou inventário extrajudicial, para orientar e proteger os direitos das partes.

Se não houver acordo para a venda ou divisão amigável, qualquer herdeiro pode ingressar com uma ação judicial de extinção de condomínio e alienação judicial, forçando a venda do bem para que o valor seja repartido.

Os custos podem incluir honorários advocatícios, impostos (como ITBI ou ITCMD, dependendo do caso), emolumentos cartorários para escrituras e registros. A partilha judicial pode ter custos processuais adicionais.

O tempo de uma partilha judicial é variável, dependendo da complexidade do caso, da quantidade de partes envolvidas, da necessidade de avaliações e da agilidade do judiciário local. Pode levar de alguns meses a vários anos.